http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=79&Caderno=0&Noticia=372327
O link foi enviado pelo Oscar Bessi Filho.
Valeu,Oscar!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Matéria publicada no caderno Almanaque, Jornal Pioneiro, dias 18 e 19 de dezembro
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3597737,1232,18597,impressa.html
Escritores
A escritora e contadora de histórias caxiense Helô Bacichette foi empossada, sábado passado, como diretora de Literatura Infanto-Juvenil da Associação Gaúcha de Escritores (AGEs). Além de representar a região, ela é a única mulher na diretoria da entidade, que tem como presidente o escritor Caio Riter.
Helô conta que a nova diretoria tem, entre suas propostas, a descentralização da entidade, com a realização de eventos fora de Porto Alegre.
– Considero a primeira ação da nova diretoria importantíssima: retomar o diálogo com as cidades do interior – diz Helô, revelando que Caxias estará no circuito.
Promover ações de fomento à leitura também é objetivo do grupo, que está aberto a novos integrantes.
– Contamos com a colaboração dos escritores de Caxias e municípios vizinhos – convoca a escritora.
Quer saber mais sobre a AGEs e como participar? Confira no blog, que traz também uma entrevista com Helô.
A propósito...
O cargo de diretora de Literatura Infanto-Juvenil tem tudo a ver com Helô. Além de escrever e contar histórias para esse público, ela também coordena a Confraria Reinações Caxias, que se reúne mensalmente para discutir livros clássicos e modernos voltados a crianças e adolescentes.
Aliás, os três próximos livros a serem debatidos pelo grupo já estão definidos: em janeiro, no dia 17, O Mágico de Oz (acima, imagem do filme baseado no livro); em fevereiro, no dia 14, Pinóquio; e em março, no dia 20, Os Meninos da Rua da Praia.
Escritores
A escritora e contadora de histórias caxiense Helô Bacichette foi empossada, sábado passado, como diretora de Literatura Infanto-Juvenil da Associação Gaúcha de Escritores (AGEs). Além de representar a região, ela é a única mulher na diretoria da entidade, que tem como presidente o escritor Caio Riter.
Helô conta que a nova diretoria tem, entre suas propostas, a descentralização da entidade, com a realização de eventos fora de Porto Alegre.
– Considero a primeira ação da nova diretoria importantíssima: retomar o diálogo com as cidades do interior – diz Helô, revelando que Caxias estará no circuito.
Promover ações de fomento à leitura também é objetivo do grupo, que está aberto a novos integrantes.
– Contamos com a colaboração dos escritores de Caxias e municípios vizinhos – convoca a escritora.
Quer saber mais sobre a AGEs e como participar? Confira no blog, que traz também uma entrevista com Helô.
A propósito...
O cargo de diretora de Literatura Infanto-Juvenil tem tudo a ver com Helô. Além de escrever e contar histórias para esse público, ela também coordena a Confraria Reinações Caxias, que se reúne mensalmente para discutir livros clássicos e modernos voltados a crianças e adolescentes.
Aliás, os três próximos livros a serem debatidos pelo grupo já estão definidos: em janeiro, no dia 17, O Mágico de Oz (acima, imagem do filme baseado no livro); em fevereiro, no dia 14, Pinóquio; e em março, no dia 20, Os Meninos da Rua da Praia.
Palavra escrita do Pioneiro divulga AGES
Confira a matéria e a entrevista publicada
pela jornalista, Maristela Deves:
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3597737,1232,18597,impressa.html
pela jornalista, Maristela Deves:
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3597737,1232,18597,impressa.html
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Nova diretoria da Associação gaúcha de escritores
PRESIDENTE: CAIO RITER
VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVO: CHRISTIAN DAVID
VICE-PRESIDENTE CULTURAL: RUBEN PENZ
VICE-PRESIDENTE SOCIAL: MARLON DE ALMEIDA
DIRETOR DE LIJ: HELÔ BACICHETTE
DIRETOR DE COMUNICAÇÃO: OSCAR BESSI
DIRETOR DE EVENTOS: DILAN CAMARGO
CONSELHO FISCAL: MARÔ BARBIERI, WALDOMIRO MANFROI, VALESCA DE ASSIS, ENI ALLGAIER, LILIA MANFROI.
VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVO: CHRISTIAN DAVID
VICE-PRESIDENTE CULTURAL: RUBEN PENZ
VICE-PRESIDENTE SOCIAL: MARLON DE ALMEIDA
DIRETOR DE LIJ: HELÔ BACICHETTE
DIRETOR DE COMUNICAÇÃO: OSCAR BESSI
DIRETOR DE EVENTOS: DILAN CAMARGO
CONSELHO FISCAL: MARÔ BARBIERI, WALDOMIRO MANFROI, VALESCA DE ASSIS, ENI ALLGAIER, LILIA MANFROI.
Eleita nova diretoria da AGES
Olá, pessoal, a partir de janeiro assume a nova diretoria da AGES. Abaixo, release enviado pelo escritor, Oscar Bessi Filho, eleito diretor de comunicação da associação.
Associação Gaúcha de Escritores elege nova diretoria
Na tarde deste último sábado, 10 de dezembro, às 15h, aconteceu a Assembléia Geral Ordinária da AGEs (Associação Gaúcha de Escritores). O evento reuniu autores de todo o estado na sala C2 da Casa de Cultura Mário Quintana e elegeu por unanimidade a nova diretoria da associação, que no último dia 18 de novembro completou 30 anos. Caio Riter é novo presidente para o biênio 2012/13, tendo como vice-presidentes Marlon de Almeida, Rubem Penz e Christian David. As diretorias serão ocupadas por Dilan Camargo, Oscar Bessi Filho e Helô Bacichette. A escritora Marô Barbieri deixou a presidência da AGEs agradecendo a sua diretoria, aos colaboradores, apresentando os projetos em andamento e prestando contas das atividades da associação. Caio Riter assumiu prometendo tocar os projetos em andamento e incrementar novas ações, como a aproximação com programas e entidades representativas do livro e da literatura. Na mesma tarde, o grupo se reuniu na CCMQ para delinear as primeiras ações de trabalho. A AGEs foi fundada em 1981 por um grupo de 37 escritores, buscando reunir e representar os autores gaúchos, preservar seus interesses e direitos e o nosso patrimônio cultural, estimular quaisquer expressões e atividades culturais, atuar em defesa das liberdades democráticas e da livre manifestação de pensamento em todas as suas formas, combater os preconceitos e promover a convivência pacífica com base em justas relações de intercâmbio, além de participar no desenvolvimento e no progresso cultural do RS e do Brasil. Entre os fundadores, Dilan Camargo – que volta à diretoria -, Moacyr Scliar, Mário Quintana, o atual Secretário da Cultura do RS, Luiz Antonio de Assis Brasil e o governador Tarso Genro.
Associação Gaúcha de Escritores elege nova diretoria
Na tarde deste último sábado, 10 de dezembro, às 15h, aconteceu a Assembléia Geral Ordinária da AGEs (Associação Gaúcha de Escritores). O evento reuniu autores de todo o estado na sala C2 da Casa de Cultura Mário Quintana e elegeu por unanimidade a nova diretoria da associação, que no último dia 18 de novembro completou 30 anos. Caio Riter é novo presidente para o biênio 2012/13, tendo como vice-presidentes Marlon de Almeida, Rubem Penz e Christian David. As diretorias serão ocupadas por Dilan Camargo, Oscar Bessi Filho e Helô Bacichette. A escritora Marô Barbieri deixou a presidência da AGEs agradecendo a sua diretoria, aos colaboradores, apresentando os projetos em andamento e prestando contas das atividades da associação. Caio Riter assumiu prometendo tocar os projetos em andamento e incrementar novas ações, como a aproximação com programas e entidades representativas do livro e da literatura. Na mesma tarde, o grupo se reuniu na CCMQ para delinear as primeiras ações de trabalho. A AGEs foi fundada em 1981 por um grupo de 37 escritores, buscando reunir e representar os autores gaúchos, preservar seus interesses e direitos e o nosso patrimônio cultural, estimular quaisquer expressões e atividades culturais, atuar em defesa das liberdades democráticas e da livre manifestação de pensamento em todas as suas formas, combater os preconceitos e promover a convivência pacífica com base em justas relações de intercâmbio, além de participar no desenvolvimento e no progresso cultural do RS e do Brasil. Entre os fundadores, Dilan Camargo – que volta à diretoria -, Moacyr Scliar, Mário Quintana, o atual Secretário da Cultura do RS, Luiz Antonio de Assis Brasil e o governador Tarso Genro.
Natal em Caxias tem Noite Encantada
Estou super feliz com os preparativos da Noite Encantada, dentro da programação do Natal Brilha Caxias 2011. As equipes de trabalho merecem aplausos pelo trabalho lindo que estão realizando, desde o início do ano. E eu ansiosa para ver cada detalhe da produção, com meu agradecimento pelo presente de ter sido a roteirista.
Muito obrigada a todos e sucesso!
Muito obrigada a todos e sucesso!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O pintor de Lembranças no Disparo de Arte
Disparo de arte no Caderno Sete Dias do Jornal Pioneiro
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3586004,1217,18508,impressa.html
Disparo de Arte no Ordovás


Muito bacana a iniciativa da artista plástica, Valéria Rheis, organizadora do Disparo de Arte, Mostra composta por 50 trabalhos de mais de 25 artistas da cidade e região.
Estarei lá contando"O pintor de retratos",de José Antonio del Cañizo.Espero por vocês no dia 11 de dezembro, domingo, às 17 horas, no Centro de Cultura Ordovás.
O pintor de lembranças no Disparo de Arte
Olá, gente amiga,
Dia 11 de dezembro, domingo,às 17 horas,no Centro de Cultura Ordovás, vou apresentar a história: "O pintor de lembranças", de Juan Antonio del Cañizo.vás. Essa atividade integra a programação do Disparo de Arte,organizado pela artista plástica, Valéria Rheis.
Espero por vocês!
Dia 11 de dezembro, domingo,às 17 horas,no Centro de Cultura Ordovás, vou apresentar a história: "O pintor de lembranças", de Juan Antonio del Cañizo.vás. Essa atividade integra a programação do Disparo de Arte,organizado pela artista plástica, Valéria Rheis.
Espero por vocês!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Poesia e contação de histórias: da leitura dos sentimentos à leitura da realidade
domingo, 27 de novembro de 2011
Disparo de Arte no Ordovás
A artista plástica, Valéria Rheis está movimentando a cena cultural de Caxias com a criação de mais um evento. Trata-se do "Disparo de Arte" que acontecerá no Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho. Estarei lá apresentando a história: O pintor de lembranças.
Segundo a artista plástica, mais do que apenas uma Feira de Arte, a Disparo de Arte se propõe a ser uma exposição e um acontecimento de divulgação de artistas visuais já conhecidos e também de iniciantes e de um congraçamento com outras esferas da cultura.
Os trabalhos expostos serão apresentados em apenas duas medidas padronizadas , justamente para que os valores sejam ser acessíveis e iguais, independente do autor.
Programação do dia 11 de dezembro
Performance de bailarinos Cia Municipal de Dança,
Apresentação do músico Osmar Ferreira
Apresentação da História "O pintor de lembranças, de José Antonio del Cañizo"
O fotógrafo artístico José Alberto Selbach Jr. estará clicando o evento e a partir destas fotos, trabalhadas num segundo momento, de forma inventiva e criativa, gerará, uma exposição artística.
A artista visual Nana Corte estará fazendo uma intervenção artística no chão, defronte a parede de exposição das obras.
Segundo a artista plástica, mais do que apenas uma Feira de Arte, a Disparo de Arte se propõe a ser uma exposição e um acontecimento de divulgação de artistas visuais já conhecidos e também de iniciantes e de um congraçamento com outras esferas da cultura.
Os trabalhos expostos serão apresentados em apenas duas medidas padronizadas , justamente para que os valores sejam ser acessíveis e iguais, independente do autor.
Programação do dia 11 de dezembro
Performance de bailarinos Cia Municipal de Dança,
Apresentação do músico Osmar Ferreira
Apresentação da História "O pintor de lembranças, de José Antonio del Cañizo"
O fotógrafo artístico José Alberto Selbach Jr. estará clicando o evento e a partir destas fotos, trabalhadas num segundo momento, de forma inventiva e criativa, gerará, uma exposição artística.
A artista visual Nana Corte estará fazendo uma intervenção artística no chão, defronte a parede de exposição das obras.
sábado, 26 de novembro de 2011
O retorno da VOX
A Revista VOX está de volta. Após 7 anos de silêncio, a revista retorna em alto estilo, com matéria especial sobre a vida e a obra do escritor gaúcho, Moacyr Scliar.
Recebi o meu exemplar na saída do jantar comemorativo de 30 anos da AGES, realizado no Galpão crioulo do Palácio Piratini.
Mais uma iniciativa louvável do Governo do Estado na área da cultura.
Recebi o meu exemplar na saída do jantar comemorativo de 30 anos da AGES, realizado no Galpão crioulo do Palácio Piratini.
Mais uma iniciativa louvável do Governo do Estado na área da cultura.
Espaço para a poesia na Escola Cenecista Santo Antônio
Fiquei impressionada com o trabalho realizado na Escola Cenecista Santo Antônio. Ao contrário do que ditam alguns, existe um amplo espaço para se trabalhar poesia na escola. Exemplo disso são as ações realizadas no colégio Santo Antonio que tem se destacado por apostar no talento dos seus alunos e por contar com o empenho de um comprometido grupo de professores.
No dia onze de novembro estive na escola para um bate-papo que incluiu perguntas sobre o processo criativo e o ofício de escrever. Um diálogo muito rico e aberto, demonstrando a qualidade do trabalho dessa instituição que investe em atividades diversificadas e no fortalecimento de espaços para o exercício da imaginação.Parabéns aos professores mediadores e para todos os alunos.
Aí está o apaixonado poema da aluna, Paola Freitas,que dá o seu recado com muita sensibilidade.
Um amor diferente
Queria ter você ao lado
Queria sentir seu abraço
Queria mexer no seu cabelo
Queria sentir seu lábio
Queria ver seu sorriso
Sentir aquele amor infinito
Pois para você dou meu
coração inteirinho.
Paola Freitas
No dia onze de novembro estive na escola para um bate-papo que incluiu perguntas sobre o processo criativo e o ofício de escrever. Um diálogo muito rico e aberto, demonstrando a qualidade do trabalho dessa instituição que investe em atividades diversificadas e no fortalecimento de espaços para o exercício da imaginação.Parabéns aos professores mediadores e para todos os alunos.
Aí está o apaixonado poema da aluna, Paola Freitas,que dá o seu recado com muita sensibilidade.
Um amor diferente
Queria ter você ao lado
Queria sentir seu abraço
Queria mexer no seu cabelo
Queria sentir seu lábio
Queria ver seu sorriso
Sentir aquele amor infinito
Pois para você dou meu
coração inteirinho.
Paola Freitas
domingo, 20 de novembro de 2011
Seminário 30 anos da AGES- Associação gaúcha de escritores
No dia 19, sábado, participei do Seminário 30 anos da AGES. Os temas os palestrantes foram muito bem escolhidos. Parabéns aos organizadores!
No dia 24 de novembro estarei novamente em Porto Alegre para participar do jantar comemorativo,no Palácio do Governo, a convite do Sr. Governador do estado ( e também associado da AGES),Tarso Genro.
Créditos das fotos: Escritor Adroaldo Bauer
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O amor e a solidão,André Comte-Sponville
"O amor e a solidão sempre andam juntos;não são dois contrários, mas como que dois reflexos de uma mesma luz,que é viver. Sem essa luz, a filosofia não valeria uma hora de esforço." André Comte-Sponville, no livro: O amor e a solidão,editora Martins Fontes
Alice para crianças, enviado por Luís Camargo
Helô,
pouca gente sabe que Carroll escreveu uma adaptação de Alice para crianças pequenas, Nursery Alice.
http://www.aliang.net/literature/the_nursery_alice/
abraço,
Luís
pouca gente sabe que Carroll escreveu uma adaptação de Alice para crianças pequenas, Nursery Alice.
http://www.aliang.net/literature/the_nursery_alice/
abraço,
Luís
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Um capítulo do novo livro
Poderia ter inventado uma desculpa qualquer: dor de cabeça.Muito na cara; dor de estômago. Sem graça. Teria que ser mais dramática aquela que poderia ser mais uma de minhas histórias.Mentir? Acho que não valeria a pena. Depois teria que aguentar a mim mesma cheia de culpa.
Eu juro que tinha prestado atenção no que minha melhor amiga havia falado sobre essas coisas que os meninos mais velhos falavam sobre meninas mais novas como eu.Mas eu não estava preocupada com o que eles poderiam dizer ou deixar de dizer. Falariam de qualquer jeito e eu já tinha preparado minha arma secreta, caso algum deles passasse dos limites, como inventar que eu aceitei transar com algum deles. Alguns até que pareciam ser legais, mas logo que ficavam mais próximos deixavam de ser.
Binho foi o chegou mais perto,tocou nos meus cabelos.Não resisti e dei um abraço nele. Depois um beijo, outro e mais outro. Não me pergunta quantos beijos e abraços trocamos depois,porque não parei para contar. Na real, quando uma música vinha na cabeça,podia contar que depois eu criava coragem... Bem, naquele dia foi: "Eu, hein, nem pensar!", uma música antiga que minha mãe cantou uma única vez. Tão inusitad escutar minha mãe cantando que cheguei até memorizar toda a letra que descobri ser de uma dupla de cantores gaúchos .
Não sei se poderia dizer, mas muitas vezes pensei que essa minha relação com a música talvez fosse um tipo de doença rara, uma história mal resolvida lá na minha minha infância, sei lá. "Guria louca, essa!"- dizia,Fred, meu irmão mais velho. Que coisa chata essa coisa de guris e gurias. Eles sempre se achavam melhor em tudo. Louca, louca... será que eu ficaria louca como a tia Nilva ou como o vô Leocádio? Será que eram mesmo loucos ou ficaram porque os outros diziam que eram loucos. Talvez tivessem música na cabeça.
Eu só era diferente deles, dos meus pais, de quase todos. Só tinha essa minha amiga do peito que chamavam de avoada. Acontece que eu e Carminha, que chamavam de avoada, conseguíamos enxergar coisas que eles jamais conseguiriam ver. E nem se quisessem adiantaria tentar, porque só os que tinham "cabeça de vento" como a gente é que poderaim voar como a gente voava. Ficávamos horas imaginando, inventando. Por exemplo: de tanto que escutei a história dos 7 cabritinhos e o lobo,quando era menina, comecei a ter medo de abrir portas. Demorei anos para abrir portas e só depois que eu e a Carminha contamos lobos ao invés de cabritos é que consegui abrir portas sem medo. A gente sempre conseguia achar uma saída quando conseguíamos sentar nas nuvens.
Toc, toc,toc
"Quem é?"
"Sou eu."
"Eu quem?"
"Eu.O senhor lobo, muito querido lobo".
"Qual é o código?"
" Hummm 7. Sete lobos: Verydan, Hotmoney,Graysumer e mais quatro lobinhos sem nome.
E a porta se abria junto com nossa alegria.
O que significavam aquelas palavras e aquela história de contar lobos ao invés de contar cabritinhos nunca soubemos, mas foram elas que me ensinaram a abrir portas sem medo.
Mas voltando ao meu encontro com o Binho:"Mudaram as estações, nada mudou." De repente, olhei pro cara e saí sem dar muita explicação. Não é que não gostasse do Binho,mas só em pensar no dia em que talvez a gente tivesse que se separar.. bem meu tipo: sofrer por antecipação.
Talvez por isso a minha história de pegar leve e sair de fininho foi se tornando minha marca registrada e se repetindo com o Moa, o André e outros dois guris que nem quero lembrar, porque o beijo foi muito ruim. Minha mãe começou a ficar chateada comigo e ameaçou ligar para o meu pai."Me explica, Manu, o que tu tens na cabeça?"
Bá, ainda bem que não respondi.Eu segurei minha risada,porque eu logo pensei num montão de coisas que tinha na cabeça...Daí sim ela chamaria não só o meu pai, mas a família toda e mandaria me internar. E pra dizer a verdade: eu morria de medo de ser internada, de ficar atada numa cama feito uma múmia.Poderiam querer provar com teste de DNA que tinha uma forte inclinação à insanidade.
Estava mesmo em perigo: não conseguia parar de escutar o que as músicas diziam.No fundo aquelas músicas diziam mais do que algumas pessoas diziam. Melhor deixar me envolver por elas do que chegar em casa e ver a minha mãe se entupindo de remédios e repetindo sempre o mesmo papo de que a vida era dura com ela. Claro que atrás dessas conversas, havia um capítulo a parte que incluía o dia que minha mãe descobriu que estava grávida:"Que venha um menino.Menos sofrimento."
"Ai, ai, ai, que droga. Outra vez aquela história de meninos e meninas".
Eu juro que tinha prestado atenção no que minha melhor amiga havia falado sobre essas coisas que os meninos mais velhos falavam sobre meninas mais novas como eu.Mas eu não estava preocupada com o que eles poderiam dizer ou deixar de dizer. Falariam de qualquer jeito e eu já tinha preparado minha arma secreta, caso algum deles passasse dos limites, como inventar que eu aceitei transar com algum deles. Alguns até que pareciam ser legais, mas logo que ficavam mais próximos deixavam de ser.
Binho foi o chegou mais perto,tocou nos meus cabelos.Não resisti e dei um abraço nele. Depois um beijo, outro e mais outro. Não me pergunta quantos beijos e abraços trocamos depois,porque não parei para contar. Na real, quando uma música vinha na cabeça,podia contar que depois eu criava coragem... Bem, naquele dia foi: "Eu, hein, nem pensar!", uma música antiga que minha mãe cantou uma única vez. Tão inusitad escutar minha mãe cantando que cheguei até memorizar toda a letra que descobri ser de uma dupla de cantores gaúchos .
Não sei se poderia dizer, mas muitas vezes pensei que essa minha relação com a música talvez fosse um tipo de doença rara, uma história mal resolvida lá na minha minha infância, sei lá. "Guria louca, essa!"- dizia,Fred, meu irmão mais velho. Que coisa chata essa coisa de guris e gurias. Eles sempre se achavam melhor em tudo. Louca, louca... será que eu ficaria louca como a tia Nilva ou como o vô Leocádio? Será que eram mesmo loucos ou ficaram porque os outros diziam que eram loucos. Talvez tivessem música na cabeça.
Eu só era diferente deles, dos meus pais, de quase todos. Só tinha essa minha amiga do peito que chamavam de avoada. Acontece que eu e Carminha, que chamavam de avoada, conseguíamos enxergar coisas que eles jamais conseguiriam ver. E nem se quisessem adiantaria tentar, porque só os que tinham "cabeça de vento" como a gente é que poderaim voar como a gente voava. Ficávamos horas imaginando, inventando. Por exemplo: de tanto que escutei a história dos 7 cabritinhos e o lobo,quando era menina, comecei a ter medo de abrir portas. Demorei anos para abrir portas e só depois que eu e a Carminha contamos lobos ao invés de cabritos é que consegui abrir portas sem medo. A gente sempre conseguia achar uma saída quando conseguíamos sentar nas nuvens.
Toc, toc,toc
"Quem é?"
"Sou eu."
"Eu quem?"
"Eu.O senhor lobo, muito querido lobo".
"Qual é o código?"
" Hummm 7. Sete lobos: Verydan, Hotmoney,Graysumer e mais quatro lobinhos sem nome.
E a porta se abria junto com nossa alegria.
O que significavam aquelas palavras e aquela história de contar lobos ao invés de contar cabritinhos nunca soubemos, mas foram elas que me ensinaram a abrir portas sem medo.
Mas voltando ao meu encontro com o Binho:"Mudaram as estações, nada mudou." De repente, olhei pro cara e saí sem dar muita explicação. Não é que não gostasse do Binho,mas só em pensar no dia em que talvez a gente tivesse que se separar.. bem meu tipo: sofrer por antecipação.
Talvez por isso a minha história de pegar leve e sair de fininho foi se tornando minha marca registrada e se repetindo com o Moa, o André e outros dois guris que nem quero lembrar, porque o beijo foi muito ruim. Minha mãe começou a ficar chateada comigo e ameaçou ligar para o meu pai."Me explica, Manu, o que tu tens na cabeça?"
Bá, ainda bem que não respondi.Eu segurei minha risada,porque eu logo pensei num montão de coisas que tinha na cabeça...Daí sim ela chamaria não só o meu pai, mas a família toda e mandaria me internar. E pra dizer a verdade: eu morria de medo de ser internada, de ficar atada numa cama feito uma múmia.Poderiam querer provar com teste de DNA que tinha uma forte inclinação à insanidade.
Estava mesmo em perigo: não conseguia parar de escutar o que as músicas diziam.No fundo aquelas músicas diziam mais do que algumas pessoas diziam. Melhor deixar me envolver por elas do que chegar em casa e ver a minha mãe se entupindo de remédios e repetindo sempre o mesmo papo de que a vida era dura com ela. Claro que atrás dessas conversas, havia um capítulo a parte que incluía o dia que minha mãe descobriu que estava grávida:"Que venha um menino.Menos sofrimento."
"Ai, ai, ai, que droga. Outra vez aquela história de meninos e meninas".
Música e os deuses
Li não sei em que livro que a música é a única partícula da essência divina que os homens foram capazes de apreender.Incorporando-a aos ritos,puderam identificar-se com os deuses e controlá-los.
Histórias minhas
Teatro? Não sou profissional do teatro, mas amo teatro como amo a Literatura, como amo a dança,a música, a pintura, o cinema.
Amo as artes.
Mas foi o teatro que abriu portas para ser um pouco do que sou. Me deu asas,abriu portas para sair de mim e olhar o outro em mim.E teatro me transportou para um mundo mágico, deu voz às palavras, ao amor, à tragédia.
Eu menina, memória mais remota, cinco anos de idade. O beijo e o sangue. O prazer e a dor.Fantasia? Realidade? "Psiu,Ziza, não conte para ninguém sobre o que viu aqui".-falou a voz grave da moça de vestido comprido.
Meu olhar de espanto e aqueles estranhos sentimentos percorrendo minha cabeça pequena que pedia silêncio para o som da vida e da morte."Moça, acorda a moça!"-supliquei.
Lá estava eu,no escuro: chão de terra, arquibancada de tábua e tijolo.Apenas uma fresta de luz.
Meus olhos fechados
guardando o beijo que calaria outros beijos
talvez
o sonho de um amor
que nem sabia
ser amor um dia
Lá estava eu
menina
na platéia
e meu segredo
no palco.
16 de novembro de 2011,votando para os céus da Cordilheira.
Amo as artes.
Mas foi o teatro que abriu portas para ser um pouco do que sou. Me deu asas,abriu portas para sair de mim e olhar o outro em mim.E teatro me transportou para um mundo mágico, deu voz às palavras, ao amor, à tragédia.
Eu menina, memória mais remota, cinco anos de idade. O beijo e o sangue. O prazer e a dor.Fantasia? Realidade? "Psiu,Ziza, não conte para ninguém sobre o que viu aqui".-falou a voz grave da moça de vestido comprido.
Meu olhar de espanto e aqueles estranhos sentimentos percorrendo minha cabeça pequena que pedia silêncio para o som da vida e da morte."Moça, acorda a moça!"-supliquei.
Lá estava eu,no escuro: chão de terra, arquibancada de tábua e tijolo.Apenas uma fresta de luz.
Meus olhos fechados
guardando o beijo que calaria outros beijos
talvez
o sonho de um amor
que nem sabia
ser amor um dia
Lá estava eu
menina
na platéia
e meu segredo
no palco.
16 de novembro de 2011,votando para os céus da Cordilheira.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Sobre Literatura infantojuvenil
Claro que os livros infantis e juvenis possuem características estéticas que envolvem a Literatura em geral.E quando o escritor de LIJ rompe com o pedagogismo, com o ponto de vista do adulto através do exercício de uma linguagem inventiva e abrangente aí assegura a dimensão artísitca do livro.Para Cecícia Meireles: LIJ é tudo o que escrevemos para a criança e que ela lê com qualidade e prazer. então, para ela, o gosto e a preferência do leitor infantil por esta ou aquela obra serve para delimitar a qualidade do texto. Já, para Bruno Bettelheim a Literatura Infantil é aquela que quando diverte a criança oferece esclarecimento sobre ela mesma, favorecendo o desenvolvimento da sua personalidade.O livro Infantil apresenta significados em vários níveis diferentes, enriquecendo a existência da criança.Através da leitura do texto, ela vê representados no texto, simbolicamente, conflitos que enfrenta no dia-a-dia e encontra soluções porque a história traz um final feliz.Por exemplo, o conto de fadas dá à infância a certeza de que os problemas existem, mas podem ser resolvidos.Então, para escrever LIJ não basta apenas falar sobre a criança a partir da sua posição de adulto que já viveu essa fase da vida.É preciso mais do que isso:colocar-se ao lado do pequenoleitor, ver o mundo através dos seus olhos, ajudando-o a ampliar esse olhar nas mais variadas direções.
A bolsa amarela, por Teresinha Rihl Tregansin
A BOLSA AMARELA
Autora; Lygia Bojunga Nunes
O livro A Bolsa Amarela é uma imersão no mundo interior de uma criança. Esse mundo encantado das descobertas abriga, também, solidão, incertezas e ânsia de libertação. A tradução do que acontece nesse turbilhão de sentimentos é possível de ser desvendado, em parte, pela literatura. Através de história de Raquel e sua bolsa amarela, a autora Lygia Bojunga nos revela o universo interior da criança em sua busca pela conquista de um espaço em sua família. Sua integração se resolve quando ela evolui de uma forma de repressão imposta, principalmente, por seus irmãos até tornar-se vitoriosa livrando-se da censura com que eles a reprimem.
Entre os seres imaginados por Raquel, os galos Afonso e Terrível são caracterizados pelos mesmos problemas que ela enfrenta. Eles e outros objetos são cuidadosamente escondidos na bolsa amarela. Criando um mundo mágico onde não se sente só e depreciada, Raquel caminha para sua auto-afirmação.
A obra , Literatura Infantil: autoritarismo e emancipação de Regina Zilmberman e Ligia Cademartori Magalhães nos apresenta a autora como uma das mais expressivas renovadoras do gênero.
Em Como e Por Que ler a Literatura Infantil Brasileira, Regina Zilberman revela uma aproximação entre os livros infantis de Clarice Lispector e Lygia Bojunga Nunes em respeito a dilemas interiores.
Não foi por acaso que Lygia Bojunga Nunes foi a 1ª escritora de literatura infanto-juvenil latino-americana a receber a premiação internacional Hans Christian Andersen e pelo conjunto de sua obra o Astrid Lindgren Award, premio criado pelo governo da Suécia, e como foi dito, jamais antes outorgado a um autor de literatura infantil e juvenil.
Essa gaúcha de Pelotas, também recebeu a maior premiação brasileira em 1973, o prêmio Jabuti.
Teresinha I.Rihl Tregansin – 14 de novembro de 2011.
Autora; Lygia Bojunga Nunes
O livro A Bolsa Amarela é uma imersão no mundo interior de uma criança. Esse mundo encantado das descobertas abriga, também, solidão, incertezas e ânsia de libertação. A tradução do que acontece nesse turbilhão de sentimentos é possível de ser desvendado, em parte, pela literatura. Através de história de Raquel e sua bolsa amarela, a autora Lygia Bojunga nos revela o universo interior da criança em sua busca pela conquista de um espaço em sua família. Sua integração se resolve quando ela evolui de uma forma de repressão imposta, principalmente, por seus irmãos até tornar-se vitoriosa livrando-se da censura com que eles a reprimem.
Entre os seres imaginados por Raquel, os galos Afonso e Terrível são caracterizados pelos mesmos problemas que ela enfrenta. Eles e outros objetos são cuidadosamente escondidos na bolsa amarela. Criando um mundo mágico onde não se sente só e depreciada, Raquel caminha para sua auto-afirmação.
A obra , Literatura Infantil: autoritarismo e emancipação de Regina Zilmberman e Ligia Cademartori Magalhães nos apresenta a autora como uma das mais expressivas renovadoras do gênero.
Em Como e Por Que ler a Literatura Infantil Brasileira, Regina Zilberman revela uma aproximação entre os livros infantis de Clarice Lispector e Lygia Bojunga Nunes em respeito a dilemas interiores.
Não foi por acaso que Lygia Bojunga Nunes foi a 1ª escritora de literatura infanto-juvenil latino-americana a receber a premiação internacional Hans Christian Andersen e pelo conjunto de sua obra o Astrid Lindgren Award, premio criado pelo governo da Suécia, e como foi dito, jamais antes outorgado a um autor de literatura infantil e juvenil.
Essa gaúcha de Pelotas, também recebeu a maior premiação brasileira em 1973, o prêmio Jabuti.
Teresinha I.Rihl Tregansin – 14 de novembro de 2011.
domingo, 13 de novembro de 2011
Escola Pica-pau amarelo: Um reino encantado na praça
Escola Alberto Pasqualini no Adote um escritor
Sim, eu sou testemunha de que existem pessoas e lugares mágicos na cidade de Porto Alegre.E, sem dúvida, um deles fica na Restinga. Quem não conhece não sabe o que está perdendo. Vá até lá e entre na Escola Alberto Pasqualini e descubra um universo de pessoas e ações movimentando-se num exercício de muita imaginação. Parabéns para todos e todas!
Profª Nanci Nóbrega ministrou palestra no IV Seminário A arte de Contar Histórias
Organizado e coordenado pelo escritor, Celso Sisto, o 4º Seminário "A arte de contar histórias: o espaço mágico das bibliotecas" contou com a presença de grandes nomes, como o da professora Nanci Nóbrega.
NANCI NÓBREGA
É pós-graduada em Literatura Infantil e Doutora em Ciência da Informação, integrante da Cátedra Unesco de Leitura da PUC- Rio e do grupo de Pesquisa de Antropologia da Informação. Tem experiência na área de ciência da informação, com ênfase em biblioteconomia, atuando principalmente nos temas de informação e ação cultural, informação e imaginário, leitura, acervos e narrativas, bibliotecas para crianças, dinamização de acervos, educação estética e arteterapia.
NANCI NÓBREGA
É pós-graduada em Literatura Infantil e Doutora em Ciência da Informação, integrante da Cátedra Unesco de Leitura da PUC- Rio e do grupo de Pesquisa de Antropologia da Informação. Tem experiência na área de ciência da informação, com ênfase em biblioteconomia, atuando principalmente nos temas de informação e ação cultural, informação e imaginário, leitura, acervos e narrativas, bibliotecas para crianças, dinamização de acervos, educação estética e arteterapia.
Blog do Nivaldo Pereira
"Não devo chorar:ter escrito tantos anos é pura alegria."
Frase do Nivaldo Pereira na sua crônica, A saideira.
Blog do Nivaldo
http://terceiracasa.blogspot.com
Frase do Nivaldo Pereira na sua crônica, A saideira.
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A saideira, de Nivaldo Pereira
Fiquei surpresa e muito triste quando li a crônica "A saideira" do meu querido e talentoso amigo, Nivaldo Pereira,publicada no dia 11 de novembro de 2011.2222... partiu no expresso e fiquei aqui me perguntando: afinal,quando será o regresso?
Foram anos de leituras, de encontros. Quantas vezes, depois de ter lido suas crônicas quis compartilhá-las com pessoas queridas? Quantas vezes senti vontade de chorar; quantas vezes achei graça, abracei amigos e até escrevi outros textos a partir da leitura desses escritos?
Ai, palavras
Ai, palavras...
Palavras
já estou com saudades.
Foram anos de leituras, de encontros. Quantas vezes, depois de ter lido suas crônicas quis compartilhá-las com pessoas queridas? Quantas vezes senti vontade de chorar; quantas vezes achei graça, abracei amigos e até escrevi outros textos a partir da leitura desses escritos?
Ai, palavras
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Feira do Livro de Antonio Prado
Dias 20 e 21 de outubro,eu, dona Literata e a coordenadora da Feira do livro.
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Heloisa e Marô com Estela Socias,presidente da Academia Chilena de Literatura Infantil-Juvenil
3º Fórum Mundial de Especialistas em Dramaturgia Infanto-Juvenil, Santiago

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Noite de Poesia na Sociedade de Escritores Chilenos

Xóchitl(México), Ignácio Martinez (Uruguai), Helô Bacichette(Brasil), Marô Barbieri ( Brasil) e Gaviota ( Argentina)